Como selecionar as melhores oportunidades de exportação de stones em 2026?
Índice
- Introdução
- Guia para ter sucesso nas exportações de stones em 2026
- Analisar tendências de consumo nos principais mercados
- Observar o avanço das pedras premium
- Avaliar a competitividade dos materiais tradicionais
- Considerar o peso da qualidade e do design
- Mapear mercados que mantêm demanda mesmo em períodos de instabilidade
- FAQ Exportação de Stones em 2025
Você sabia que o setor de exportação de stones bateu recordes históricos no Brasil em 2025? Entre janeiro e novembro, o faturamento chegou a impressionantes US$ 1,35 bilhão, superando todos os resultados anteriores.
Mesmo com o impacto das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos, os norte-americanos continuaram sendo os principais compradores.
E não para por aí: China, Itália e o crescente mercado do Oriente Médio também deram uma força significativa para o desempenho do setor.
Mas, afinal, como transformar esse cenário em oportunidade real em 2026?
É exatamente isso que vamos explorar neste post. Continue com a gente e descubra como selecionar as melhores oportunidades de exportação de stones para o próximo ano!
Guia para ter sucesso nas exportações de stones em 2026
As perspectivas seguem bastante promissoras. Segundo a Deloitte, espera-se um crescimento de 1,8% no setor da construção civil dos Estados Unidos em 2026, o que representa uma retomada relevante após anos de retração.
Com isso, ganham força países como China, Itália, Turquia, México e, especialmente, mercados estratégicos no Oriente Médio, como Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
Mas onde exatamente focar? Quais são os diferenciais que o mercado internacional mais valoriza hoje?
Analisar tendências de consumo nos principais mercados
Antes de qualquer ação, é essencial compreender as tendências de consumo nos mercados compradores. O que os clientes internacionais estão buscando? Quais materiais ganharam espaço nos projetos de design e construção?
Analisar o comportamento dos compradores ajuda a identificar quais tipos de pedras têm maior valorização e quais segmentos estão em crescimento. Esse tipo de leitura estratégica é o primeiro passo para uma exportação bem-sucedida.
Observar o avanço das pedras premium
Entre essas tendências, o destaque vai para as chamadas pedras premium, especialmente o quartzito. Você sabia que esse é o único tipo de pedra ornamental que não foi taxado pelas tarifas dos EUA?
Isso mesmo: além de se manter competitivo no preço, o quartzito vem conquistando os consumidores internacionais pela sua beleza e durabilidade.
Um exemplo marcante é o Taj Mahal, que teve aumento de mais de 138% nas exportações em 2025. É ou não é um bom sinal de que o mercado está receptivo?
Avaliar a competitividade dos materiais tradicionais
E o mármore e o granito? Apesar de ainda serem relevantes, esses materiais sofreram com a taxação norte-americana, afinal, os EUA eram os principais destinos dessas rochas.
Isso exige uma nova abordagem: analisar nichos específicos, entender exigências dos mercados alternativos e ajustar a oferta para manter a competitividade.
A pergunta é: como adaptar esses clássicos do setor para novos contextos de consumo?
Considerar o peso da qualidade e do design
Não é novidade que as pedras brasileiras são admiradas pela qualidade e pelo design diferenciado. Essa valorização estética é um grande trunfo na hora de apresentar seus produtos no exterior.
Seja na construção de residências de alto padrão ou em projetos comerciais, as rochas naturais brasileiras carregam identidade visual, durabilidade e o prestígio de uma origem respeitada no mercado.
Na hora de exportar, esses atributos podem e devem ser usados como diferenciais competitivos.
Mapear mercados que mantêm demanda mesmo em períodos de instabilidade
Outro ponto estratégico é observar quais mercados continuam demandando mesmo em contextos adversos. Durante períodos de crise global, regiões como Ásia e Oriente Médio se mostraram resilientes e receptivas às rochas brasileiras.
Saber onde manter o foco em tempos incertos pode fazer toda a diferença nos resultados da sua empresa.
Você já pensou em diversificar suas exportações para países que oferecem mais estabilidade e previsibilidade?
Se você quer aproveitar as melhores oportunidades de exportação de stones em 2026, vale conhecer os serviços da AMTRANS, um agente de cargas com experiência no setor e pronto para oferecer soluções completas em transporte internacional. A logística certa é parte essencial de qualquer estratégia de exportação de sucesso.
Fontes:
https://comexstat.mdic.gov.br/pt/home
https://www.deloitte.com/br/pt.html
https://diaadiaes.com.br/exportacoes-quartzitos-puxam-alta-mas-marmore-e-granito-recuam
FAQ: Exportação de stones em 2026
1. Por que 2026 será um ano estratégico para a exportação de stones brasileiros?
Porque o setor mantém desempenho sólido mesmo diante de instabilidades globais. Em 2025, as exportações bateram recordes históricos, e a retomada da construção civil em mercados como os Estados Unidos, além do crescimento no Oriente Médio e na Ásia, cria um cenário favorável para 2026.
2. Quais países oferecem as melhores oportunidades para exportação de stones em 2026?
Estados Unidos, China, Itália, Turquia, México e países do Oriente Médio, como Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, seguem como mercados estratégicos, com demanda consistente por rochas naturais brasileiras.
3. Quais tipos de stones têm maior potencial de crescimento?
As pedras premium, especialmente o quartzito, lideram o crescimento. Esse material se destaca pela alta durabilidade, estética diferenciada e pelo fato de não ter sido impactado pelas tarifas norte-americanas, mantendo alta competitividade.
4. O quartzito realmente se tornou mais competitivo no mercado internacional?
Sim. O quartzito ganhou protagonismo global, com forte valorização em projetos de alto padrão. Um exemplo é o quartzito Taj Mahal, que registrou crescimento expressivo nas exportações, reforçando a tendência de preferência por stones premium.
5. Mármore e granito ainda são boas opções para exportação?
Sim, mas exigem estratégia. Embora tenham sido impactados por tarifas em mercados tradicionais, continuam relevantes em nichos específicos e em mercados alternativos. Ajustar oferta, design e posicionamento é essencial para manter a competitividade.
6. Qual a importância da qualidade e do design na exportação de stones?
A qualidade e o design são diferenciais decisivos. As pedras brasileiras são reconhecidas internacionalmente pela estética única, resistência e identidade visual, fatores que agregam valor e ampliam oportunidades em projetos residenciais e comerciais de alto padrão.
7. Como identificar mercados mais resilientes em períodos de instabilidade?
Analisando históricos de consumo e investimentos em construção. Regiões como Ásia e Oriente Médio demonstraram maior estabilidade e continuidade de demanda, mesmo durante crises globais, tornando-se estratégicas para diversificação das exportações.
8. Por que analisar tendências de consumo é essencial antes de exportar stones?
Porque o comportamento do mercado internacional muda rapidamente. Entender preferências por materiais, acabamentos e aplicações permite direcionar a produção para stones com maior valorização e aceitação nos mercados-alvo.
9. Qual o papel da logística no sucesso da exportação de stones?
A logística é parte central da estratégia. Stones exigem transporte especializado, planejamento de rotas, controle de custos e segurança. Uma operação logística eficiente garante competitividade, previsibilidade e integridade da carga.
10. Como a AMTRANS pode apoiar empresas que exportam stones?
A AMTRANS oferece soluções completas em logística internacional para o setor de rochas naturais, com experiência no transporte de stones, assessoria estratégica, gestão documental e acompanhamento personalizado, ajudando empresas a aproveitar as melhores oportunidades em 2026.

